O Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou, na noite de terça-feira, a reforma do estatuto que muda a forma de governança do clube. Na prática, o Flamengo passa a adotar um modelo similar ao de empresas, mas sem se tornar uma SAF.
A proposta da diretoria comandada por Luiz Eduardo Baptista prevê um Conselho Gestor de 9 a 12 pessoas para trabalhar com o presidente. O novo formato também acaba com os vice-presidentes temáticos e cria 18 áreas administradas exclusivamente por profissionais, além de regras contra nepotismo e a contratação de associados com cargos políticos.
O Conselho Gestor deverá definir as diretrizes e fiscalizar as metas, enquanto os diretores profissionais terão de propor o orçamento e as medidas para executar o plano do clube. No futebol, porém, o diretor continuará subordinado ao presidente, que dará a palavra final sobre contratações e vendas de atletas. Conselheiros criticaram a concentração de poder na presidência.

