A Fifa quer que a Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, seja a primeira edição do torneio a registrar superávit financeiro. A meta foi destacada por Thiago Jannuzzi, diretor-executivo de operações do evento, durante inspeção na Arena Castelão, em Fortaleza.
As edições de 2019 e 2023 chegaram perto do equilíbrio ou se pagaram, mas não geraram sobra de caixa. Segundo Jannuzzi, o resultado esperado no Brasil está ligado a um investimento de longo prazo no futebol feminino e pode ajudar a mudar a percepção sobre a capacidade de receita da modalidade.
A comitiva da Fifa, formada por cerca de 100 funcionários, já passou por seis estádios e ainda visitará as arenas Pernambuco e Fonte Nova. As inspeções avaliam itens como Wi-Fi para a imprensa, manutenção do gramado e acessos do público.
O Castelão receberá nove partidas e terá intervenções principalmente em tecnologia da informação, além de ajustes nas cadeiras, nos assentos e nas áreas internas. As obras devem começar no fim da atual temporada do futebol brasileiro, com a previsão de minimizar o impacto no calendário dos clubes cearenses.

