A proposta de Gianni Infantino para revisar os processos de tomada de decisão da Fifa não convenceu dirigentes do futebol da Alemanha, Holanda, Suécia e País de Gales. Eles afirmam que as medidas não enfrentam questões mais profundas ligadas à liderança da entidade.
Em carta enviada às 211 federações-membro, Infantino propôs uma análise independente dos processos decisórios e consultas com confederações, associações-membro e outras partes interessadas sobre reformas de governança.
A reação ocorre após o abandono, em julho, da tentativa de vender 20% das operações comerciais da Fifa, incluindo direitos associados à Copa do Mundo. Uefa, Confederação Asiática de Futebol e Concacaf se opuseram ao plano e acusaram a entidade de não realizar consultas adequadas.
Desde então, a Uefa declarou ter perdido a confiança no atual presidente da Fifa. Infantino, por sua vez, afirmou que as posições das federações sobre governança não afetariam o tratamento que recebem.

