Após o Flamengo tomar a frente no Supremo Tribunal Federal (STF), outros 17 clubes entraram com ação contra a proibição das casas de apostas. O movimento reúne rivais como Fluminense e Botafogo, além dos clubes listados no material: América, Athletic, Atlético-GO, Avaí, Botafogo-SP, Ceará, Chapecoense, CRB, Criciúma, Cruzeiro, Goiás, Juventude, Mirassol, Novorizontino e Vila Nova.
Vasco, Palmeiras, Corinthians, Santos e Internacional não aderiram à iniciativa na Série A. São Paulo, Ponte Preta, Vitória, Guarani e Portuguesa SAF encaminharam petição ao ministro Luiz Fux em 1º de outubro. O Flamengo também pediu para atuar como amicus curiae na ADI 8027, relatada por Fux.
Em paralelo, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) moveu nova ação no STF em 2 de outubro e pediu urgência antes das 23h59 de 5 de outubro, quando entram em vigor os efeitos da MP nº 1.394. A entidade citou R$ 437,9 milhões destinados a outras áreas do esporte entre janeiro de 2025 e julho de 2026, enquanto o futebol recebeu cerca de R$ 175 milhões.
O presidente do Flamengo estima prejuízo superior a R$ 400 milhões com a perda do patrocínio da Betano. Luiz Eduardo Baptista, o Bap, também demonstrou preocupação sobre como pagar jogadores como Lucas Paquetá.

