Jogadores do Avaí se recusaram a treinar em 4 de novembro de 2026, em um protesto contra salários atrasados. A decisão dos atletas colocou os pagamentos pendentes no centro da crise vivida pelo clube.
No mesmo contexto, o presidente do Avaí admitiu um cenário de “desespero”. A declaração reforça a gravidade do momento, marcado pela paralisação dos jogadores e pela cobrança pública relacionada aos salários atrasados.
O protesto reúne, portanto, uma recusa coletiva ao treinamento e o reconhecimento do presidente sobre a situação enfrentada pelo Avaí. O material não detalha quais salários estão pendentes nem informa outros desdobramentos da mobilização.




