Eduardo Barros explicou a substituição de João Carlos no intervalo do duelo entre Cuiabá e Juventude. Segundo o treinador, a decisão teve duas motivações: uma de ordem técnica e outra disciplinar. A entrevista também foi marcada pela reação às ofensas vindas das arquibancadas.
“Eu não me dirigi ao torcedor cuiabanista, eu me dirigi especificamente a torcedores que ofenderam a minha mãe, que não está mais nem na terra para poder se defender. Então eu, filho que vou honrá-la durante todos os dias da minha vida, a ofensa que eu recebi ninguém vai ter o direito de fazer.”
— Eduardo Barros, treinador do Cuiabá
Barros também criticou a arbitragem de Andre Luiz Skettino. Ele questionou os sete minutos de acréscimo no primeiro tempo, afirmou que o árbitro foi responsável pela única expulsão de sua carreira em mais de 100 jogos e classificou a atuação na etapa inicial como vergonhosa e vexatória. No intervalo, ainda houve um princípio de confusão entre integrantes das comissões técnicas na zona mista.
O Cuiabá chega a seis jogos sem vencer na Série B, com cinco derrotas e um empate, além de dois gols marcados e sete sofridos. Na 13ª posição, com 47 pontos, a equipe enfrenta o Atlético-GO no sábado, pela última rodada. Antes disso, disputa a final da Copa FMF contra o Chapada, na terça-feira, na Arena Pantanal; o título garante vaga na Copa do Brasil de 2027.




