A Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), agência da CBF para Fair Play, aplicou um transfer ban preventivo ao Internacional. A medida foi tomada após o clube aderir a um plano de parcelamento coletivo de dívidas na CNRD no valor inicial de R$ 31 milhões.
Pelo regulamento, a adesão a um plano na CNRD é considerada um evento de insolvência. Com isso, qualquer registro de atleta do Inter fica bloqueado, em princípio, até a aprovação da ANRESF.
Para validar novos registros, o clube terá de arrecadar mais com vendas de jogadores do que gastar com compras de atletas, incluindo comissões de agentes. A folha salarial também precisará ficar abaixo da média dos seis meses anteriores. As restrições seguem até a assinatura de um acordo de reestruturação financeira com a CBF, que estabelecerá regras para as duas temporadas seguintes.
O Internacional informou que apresentou o pedido à CNRD no começo de setembro e que também comunicou a ANRESF. O clube afirmou que o plano permitirá o reparcelamento das dívidas desportivas conforme sua capacidade de pagamento e poderá ser ampliado com a adesão de novos credores.
O Inter é o segundo clube grande submetido a esse tipo de medida preventiva. O primeiro foi o Grêmio.




