ATUALIZADO 26/09/2026 às 08h02: Mattheus Montenegro, mandatário do Fluminense, declarou que a proibição das apostas esportivas pode gerar um prejuízo superior a R$ 100 milhões para o clube, impactando não só o patrocínio máster, mas também as placas de campo e o estoque de camisas já produzidas.
O Governo Federal anunciou nesta sexta-feira (25) a proibição das casas de apostas no Brasil. A decisão foi comunicada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e terá os detalhes publicados em uma Medida Provisória no Diário Oficial da União.
Treze dos 20 clubes da Série A têm empresas de apostas como patrocinadoras máster. Com o fim das operações, essas equipes precisarão avaliar o futuro dos contratos e buscar alternativas para substituir parte das receitas comerciais.
O Fluminense pode ser diretamente afetado pela medida. O clube renovou a parceria com a Superbet em março deste ano, em um vínculo válido até o fim de 2029, com R$ 53 milhões fixos por temporada e até R$ 33 milhões em bônus. O acordo pode chegar a R$ 344 milhões no total.
Os novos aportes nas plataformas estão proibidos desde esta sexta-feira. Os apostadores terão até 5 de outubro, às 23h59, para retirar voluntariamente os valores disponíveis. A partir de 6 de outubro, sites e aplicativos deverão sair do ar, e as empresas também não poderão oferecer apostas ou realizar publicidade no país.

